terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Criatividade sem limites

O fanatismo pelo futebol não tem limites, antes a moda era colocar apelido nos jogadores como baixinho, animal, fenômeno e por ai vai.

Mas como a imaginação e a criatividade das pessoas não têm limites (não mesmo) a nova onda é dar codinomes aos jogadores como K9, CX10, R9, W9 e H10 os mais famosos da temporada.

Para quem não entendeu nada aqui vai uma explicação rápida, o requisito básico é pegar a primeira letra do principal jogador de seu time e junta-la ao número de sua camisa, como Keirrison que veste a camisa 9 se torna K9 ou mesmo Hernanes que veste a 10 e se torna H10.

Olha ter um ou outro jogador com esse codinome ok, mas generalizar desse modo não dá. Confesso para vocês que destes novos apelidos só conhecia o R9 e o K9 (o filme do cachorro pode pedir os direitos autorais), fiquei surpreso quando abri o jornal e acompanhei a corporação de tantos outros. Com isso me pergunto, se o pior jogador do time decidir o jogo será que ele também receberá essa singela homenagem, quem sabe teremos na primeira capa “Palmeiras consegue vitória graças a gol salvador de J4” (Jeci camisa 4).

No quesito marketing essa foi uma bela jogada, porque alguns clubes como Palmeiras, Corinthians e São Paulo resolveram aderir a numeração fixa para criar um vinculo entre torcida e jogador, se bem que ultimamente na hora de escolher a camisa os jogadores parecem se inspirar na NBA para vestirem números como 50, 45, 99. Quem ainda não aderiu à numeração fixa fica de fora dessa febre como, o Santos, e não ganha codinomes porque em um jogo será KP9 (Kleber Pereira) e no outro pode ser R9 (engana-se quem pensa que é Ronaldo é apenas Roni mesmo, mas engana bem).

Por fim acaba se tornando uma faca de dois gumes, pois embora seja bem lucrativa essa idéia acaba levando o ego dos jogadores à altura, que o diga Ronaldinho que usa brincos e até criou uma grife de seu famoso R10 (e hoje está numa draga sem fim). Em outras palavras o jogador acaba sendo incentivado a se tornar um “mala”, achando-se mais do que é, em especial para os mais jovens e sem cabeça, ou seja, praticamente todo o certame nacional.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Começa agora mais uma ''Comédia Eleitoral Gratuita''

Época de eleição é sempre a mesma coisa: dúvidas em relação aos candidatos, quem não presta (quase todos), debates para conhecermos as propostas e as eternas propagandas eleitorais que interrompem a boa e velha novela.

Mas já se foi o tempo em que isso era um tédio, hoje o horário político se tornou uma grande diversão devido a candidatos pitorescos que fazem de tudo para chamarem a atenção do eleitor em seu curtíssimo tempo de aparição.

Os candidatos podem ser divididos em quatro categorias: bizarros, famosos que estão em baixa na sociedade, candidatos que sempre estão na parada mas nunca chegam perto de vencer e os candidatos sérios.

Primeiramente os bizarros podem ser subentendido por nomes como João Rasgado, Lúcio Mandioca, Dr.X e Cabelo de Fogo, cuja criatividade não para por ai, atinge até seus slogans de forma bem ‘’interessante’’ como:

‘’Assalto e Seqüestro vou resolver com a lei e ...... na BALA’’
Roberto Salum

‘’ Tenho DOZE dedos e seis propostas’’
Carlos Breik

“O que eu vou falar em quatro segundos e meio’’
Negro Jobs

‘’Peroba neles’’
Osmar Lins

“Meu caro eleitor quero olhar nos seus olhos porque honestidade é coisa de Índio”
Jeremias

E não podemos esquecer os candidatos em que o slogan se torna desnecessário, o nome já diz tudo: Darci ‘’Chutando o balde”, Nega Diaba, Papai Noel.

Tentando trazer um pouco mais de comédia para as eleições e visando aparecer na TV, essas pessoas podem ser chamadas de tudo menos de sinceras porque, sendo pessoas ‘’normais’’ da sociedade e falando em grande parte sem muito conhecimento geral acabam retratando a indignação do povo com os atuais comandantes.

Os famosos que tentam retornar a mídia é composto por um seleto grupo de celebridades que tentam através de sua fama dar uma guinada na vida através da política, como Sérgio Mallandro, Netinho de Paula (depois da bofetada no Repórter Vesgo acabou caindo em desgraça) Luis Carlos do Raça Negra (como o próprio se denomina na campanha) Dinei cuja frase é marcante “Corintiano vota em corintiano’’ entre outros. Mas a casos em que essa nova aventura dá certo como Aurélio Miguel, Frank Aguiar, Agnaldo Timóteo e Clodovil que conseguiram boas porcentagens de votos.

Os eternos candidatos que sempre estão lá, mas nunca chegam nem perto de vencer como Levy Fidelix e seu aero trem, José Maria Eymael e sua musiquinha da democracia cristã. Podemos citar também os candidatos que apenas aparecem para fazer número na corrida eleitoral, cuja intenção de voto nem chega a um por cento ou nem mesmo é citado nas pesquisas, neste ano quem se encaixa na primeira é o saudoso Fidelix e na segunda Edmilson Costa e Renato Heichman.

Os candidatos sérios são aqueles que entram na corrida pra vencer, bem preparados, com propostas prontas para aplicar na cidade diferente de todos os demais. Bom pelo menos isso é na teoria, porque na prática ainda estamos tentando encontrar uma pessoa que se encaixe nesse perfil.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Cada um faz o que quer
Cada pessoa tem seu jeito único de viver a vida, de ver o mundo, uns com mais conhecimento que outros, com mais viracidade, mais alegria, sonhos. Cada qual no seu próprio pensamento, filosofia, arte. Só porque gostamos das mesmas coisas não significa que somos compatíveis. Esse é o grande erro do ser humano, acha que só porque é parecido, é igual. "Achei minha cara metade", "minha tampa da panela". Sai dessa, você está em busca de um amor? De um amigo? Um colega de bar? Então pare de pensar que as pessoas são iguais a você, ache nelas o que elas tem de melhor e não o que você gostaria que elas tivessem, se for parecido, é coincidencia não destino. Não busque o oposto nem o semelhante, procure o real.
Te garanto que é muito mais interessante.

Debora Lima.